Neste subcultalk, entramos no mundo de Katja Krämer, também conhecida como KAT – artista, fundadora da subcultours e uma força criativa guiada pela intuição e autenticidade. Através das suas reflexões, ela partilha insights sobre a sua prática artística, inspirações pessoais e os valores que moldam tanto o seu trabalho como a sua forma de viver.
Katja também é a anfitriã de experiências criativas imersivas em Berlim, incluindo a Private Psychedelic Painting Sunset Session no seu estúdio de arte em Berlim, bem como o Team Building Painting Workshop “Emotional Abstract Art”.
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Que tipo de arte você cria?
Eu pinto, principalmente abstrato, ousado e intuitivo.

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Como descobriu o seu caminho na arte?
Eu sentia necessidade de paz, calma e uma forma de simplesmente brincar, pintar, relaxar e estar apenas comigo mesma e com as cores fortes e brilhantes que amo.

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O que te mantém motivada a continuar praticando a sua arte?
Não preciso de motivação para isso. Pinto sempre que me apetece.

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Olhando para trás, qual foi o seu maior destaque como artista?
Quando expus algumas das minhas primeiras telas num café do meu bairro e, inesperadamente, vendi uma por um ótimo preço a uma pequena e encantadora família jovem.

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Quando você se sente mais criativa ou produtiva?
Quando estou 100% alinhada com a minha própria energia e tenho a mente livre e clara.

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Quem ou o que mais te inspira?
Eu mesma, o meu parceiro e viajar para lugares novos, bonitos e interessantes neste mundo.

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Quais pequenas coisas da vida te trazem mais alegria?
O sorriso genuíno do meu parceiro e de outros seres humanos lindos e cheios de alma.

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Você tem uma visão ou objetivo em que está a trabalhar atualmente?
Tentar todos os dias sentir-me da melhor forma possível e ouvir o meu corpo, mente e alma.

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Como você define uma vida bem vivida?
Viver a minha vida de acordo com os meus próprios valores e crenças.

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O que você faz quando se sente bloqueada ou sem inspiração?
Aceito esse estado e tento fazer coisas que me elevem, como me movimentar, dormir, comer ou falar com alguém.



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Qual sentimento você mais ama?
Quando me sinto orgulhosa de mim mesma. Quando me sinto profundamente feliz e grata.

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Qual sentimento você acha mais difícil de lidar?
Quando me sinto desrespeitada ou não amada.

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Qual é o seu filme favorito – o primeiro que vem à mente?

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Que livro você recomendaria a qualquer pessoa – o primeiro que vem à mente?
Em Busca de Sentido, de Viktor Frankl.

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Se pudesse ouvir apenas uma música pelo resto da sua vida, qual seria?
Silêncio.

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Qual é o seu prazer culpado favorito?
Há muitos… mas de imediato diria: hambúrguer com batatas fritas, nuggets de frango e um delicioso gelado.

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Existe alguma comida ou bebida sem a qual você não consegue viver?
Café e bolo :)

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Qual é o seu lugar feliz – em casa, na natureza ou em outro lugar?
Em casa, na minha cama, na sauna e na praia :)

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Nomeie um artista ou pessoa que te inspira – o primeiro que vem à mente.

Obrigada, Katja, por partilhar os seus pensamentos de forma tão aberta.
As suas respostas refletem uma profunda autenticidade e presença, e é inspirador ver como a sua prática criativa está tão ligada à intuição, à alegria e à consciência de si mesma. É um lembrete de que a arte nem sempre precisa de estrutura ou pressão para existir – às vezes só precisa de espaço, honestidade e da liberdade de seguir o que parece verdadeiro.
Se quiser conhecer, conectar e criar com Katja na vida real, pode reservar a sua Private Psychedelic Painting Sunset Session no seu estúdio de arte em Berlim ou participar no Team Building Painting Workshop “Emotional Abstract Art”.
A sua equipa subcultours